segunda-feira, 19 de março de 2012

A palavra da semana é:

REFLEXÃO


É hora de olhar para dentro e questionar a si mesmo. 

A melhor palavra é: 
Porque?

Procurar uma resposta é um exercício mental e sentimental ótimo que deve ser praticado sempre.

E a melhor companhia é: 
Eu.

Se você não tiver intimidade com você mesmo, não terá intimidade com mais ninguém.



Bjim na bunda,
hoje é segunda...
;P


segunda-feira, 12 de março de 2012

Luis Fernando Veríssimo lançou livro em BH


 por Izabella F. Costa

Na última terça-feira, dia 06 de Março, às 19h30, aconteceu o Projeto Bate-papo com o Autor na Academia Mineira de Letras. O autor desta vez foi Luis Fernando Verissímo que veio à Belo Horizonte lançar o seu livro "Em Algum Lugar do Paraíso". 

O assessor de comunicação Petrônio foi o responsável pelo andamento do bate-papo. Ele escolhia as pessoas da platéia para perguntar diretamente para Veríssimo sobre sua vida e o livro. Em resposta a um rapaz que perguntou se ele se sentia realizado, Veríssimo respondeu que não, pois a cada conclusão de um novo livro ele almeja escrever novos livros. Apesar de sua personalidade tímida, Veríssimo não deixou o seu lado irônico e cômico de lado, tornando o bate-papo bem descontraído.

Com um público que superou o esperado para a noite, média de 500 pessoas lotaram a Academia. Fãs, estudantes e leitores de todas as idades estiveram presentes no Auditório Vivaldi Moreira. Houve reclamação quanto ao tumulto para a entrada do evento. Uma pessoa escreveu uma carta reclamando sobre a má organização e muitas pessoas tiveram que acompanhar pelo lado de fora do auditório. 

O Bate-papo acabou por volta de 21h. Os 100 primeiros livros foram vendidos à R$ 5,00 e o Veríssimo deu autógrafos aos fãs ao final do evento.

Um dos grandes autores da literatura brasileira, Luis Fernando Veríssimo, já escreveu livros para todas as idades. Filho do escritor, Erico Veríssimo, tem entre seus livros mais famosos "Ed Mort e Outras Histórias", "Comédias da Vida Privada", "Comédias para se Ler na Escola" e "As Mentiras que os Homens Contam". O livro, composto por 41 crônicas, "Em Algum Lugar do Paraíso" teve seu lançamento nacional em 2011 e aborda situações cotidianas, como na maioria de seus best sellers.




quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

19 carnaváis



Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
 
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que o homem que eu amo seja pra sempre amado
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a uma mulher inundada de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso 
Mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, 
E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.


Minha própria homenagem, dedicatória, pelo meu aniversário de 19 anos no dia 26/02. 

Adaptado da música Metade de Oswaldo Montenegro.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Eu vou estar


Sentada, espero o amanhecer
Uma música entoa lentamente
Fecho os olhos sem perceber
Me embalo completamente...

Lembranças nossas vêem como raios
Meus braços procuram teu abraço
Ainda sinto o sabor dos teus lábios
Como eu queria ouvir os teus passos!

É noite e a lua sozinha está brilhando
Como eu, que sozinha te espero aqui
Olho os balões que estou soprando
Levam a esperança de não te ver sumir

Onde foi que nós erramos afinal?
Não entendo o que houve entre nós
Cada dia um novo início e novo final
Nós não temos mais contras ou prós

A saudade me agoniza mais a cada dia
Você me tortura com falsas esperanças
E depois diz que não era nada que queria
É hora de mudarmos nosso passo de dança

Te espero, pois sem você não há porquê
Quero tanto poder sentir em mim o seu olhar
Teu corpo no meu me fazendo enlouquecer
E dizer milhões de vezes que só quero te amar!

Eu sei que não há por que complicar
Estou aqui por você e sempre vou estar
Suas dúvidas um dia irão se confirmar
Mesmo depois que esse balão estourar
Eu vou estar.

Izabella F. Costa

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Pensamento de Domingo

"Existe apenas uma coisa que excita os animais mais do que o prazer, é a dor." 

(Citação - O Nome da Rosa)

Misterioso Desejo


Complexidade.

A vida se resume nesta palavra. 

Assumimos posturas diante de certas mudanças importantes que nos tornam mais independentes e mais frios. Um novo emprego que lhe garanta um pouco de estabilidade, às vezes, pode te transformar em um adulto com contas altas a pagar e sem tempo para relaxar. Com a falta de tempo e as responsabilidades adquiridas, a mente acaba se ocupando demais com problemas e sedenta demais por distrações facéis, rápidas e prazerosas. O perigo da procura por tais tipos de distração é incontestável. Você acaba vulnerável a qualquer tipo de oferta irrecusável de diversão temporária.

É quando se deparamos com certos objetos de diversão que, por mais que não percebamos, têm coração, efeitos colaterias ou sentimentos abstratos. Tratá-lo como um objeto vazio não vai torná-lo um. Então um amante temporário, uma bebida, uma droga, um passatempo, um jogo, um acréscimo intelectual, um tempo ocioso podem se tornar problemas. E quando esses objetos começam a cobrar e ficar cada vez mais necessários, entramos em um estado de "overdose emocional" em que chegamos ao ápice, ao limite psicológico e pedimos arrego. 

Então abandonamos projetos, sonhos, carreiras, ideias, amores que pensávamos que eram importantes, mas que conseguimos abrir mão tranquilamente. O abandono alivia o sufoco da pressão, mas trás questionamentos sobre o futuro e o rumo que aquela decisão pode nos fazer tomar. E com o tempo, nossa mente começa a pedir para ser "ocupada" novamente, não se acostuma com o ócio momentâneo. Porém, a ocupação com certo tempo ocioso se torna ainda mais desperdiçado com outros e outros e mais outros objetos de distração. É a hora em que deixamos de lado o velho intelectual e entramos no comum (geralmente trabalho durante a semana e churrasquinho no final de semana). 

Para mentes acostumadas com o intelecto, com a arte, com a pesquisa racional e sentimental da alma, as ocupações se tornam grandes empencilhos para o exercício dos mesmos. O espírito se torna fraco, frio, sujo, vazio, cinza e constantemente indeciso, perdido. A rotina se torna um castigo com a função de levar a esperança, os desejos e a felicidade embora. Sugar cada milímetro de energia positiva do nosso ser. Quando estamos à beira da loucura entre decisões, ocupações, paixões, distrações, conseguimos entender a importância do tempo para ditar o nosso caminho.

O que é importante? O que é prioridade? O que te deixa mais feliz e satisfeito? O que você ama? O que você sabe? A maioria dessas respostas podem indicar sinais para o caminho certo ao qual o primeiro passo deve ser dado. Entretando a mente humana é confusa, complexa. Somos cheios de desejos, sonhos, ambições e a maioria deles são ocultas dentro de nossos corações. Como deixar aflorar? Nos instintos, nos impulsos. 

Instintivamente corra atrás daquilo que te dá prazer! Fale aquilo que te impulsionou falar! Guardar mágoas e tristezas é velar um rio de depressão que pode, a qualquer hora, transbordar. E quando pensar que não há como se deixar levar pelos instintos, grite! Grite no travesseiro, extravase, chore, cante, escreva! Temos necessidade de nos expressar, independente de sermos compreendidos ou não. Nem sempre podemos ser, ter, querer tudo o que gostaríamos, mas sempre há um plano B.
Izabella F. Costa


Durante meses estive passando pelos sufocos provocados pela insegurança, infelicidade de escolhas mal sucedidas e tempo mal administrado. Veio então o alívio da minha saída do curso de Direito que durou pouco, até eu me decidir por outro curso. Estou no desafio de conseguir encarar novamente a falta de tempo para o exercício do meu intelecto, dos meus hobbies, das minhas paixões e tenho sentido esse vazio constantemente. Gritar, chorar, desabafar, me arriscar, descascar até onde posso dos meus objetos de distração tem sido de grande ajuda, mas é hora de arquitetar um plano B. Não sou feliz como antes, não sou tão criativa como antes e as ocupações têm sugado a minha energia ao ponto de eu não sentir vontade de fazer mais nada. Quero voltar a viver e fazer tudo que amo. Quero voltar a amar e a sentir a mesma alegria de viver que outrora. A hora é essa! O momento é esse! Vou correr, fugir, tentar, errar, acertar algumas vezes. Mas preciso de coragem e motivação. Deus tem sido meu amigo companheiro nessa jornada e não me abandonou até então. E é nas mãos dele que deixei toda a minha vida, minhas decisões, meus passos, minha mente e o meu coração.

Não vou me deprimir novamente. Não vou me deixar abalar. Nem que isso me custe a desistência de muitos planos e metas. Tenho um desejo oculto dentro de mim de extravasar algo que não consigo explicar, mas que sei que com o tempo terei sabedoria para entender. 

Até lá, aguardarei em meditação com o meu próprio eu, segurando a barra, seguindo no modo automático...


Bjins na bunda!
Amanhã é segunda!


é, voltei. =P

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

O retorno da fênix

Mais de um mês desaparecida. Tanta coisa aconteceu e continua acontecendo na minha vida que eu preciso dividir em tópicos para contar aqui. Sinto falta de escrever no blog. =/ Saudades de me aventurar na minha mente em palavras. A simplicidade do sentido envolvido neste diário é algo único e todo meu. É parte de mim que pretendo retomar. Ando confusa, distraída, com muitas coisas na cabeça. Mas estou colocando tudo no lugar para então colocar aqui. 

Só passei para dizer que estou viva e que estou voltando. Desta vez, espero, de verdade. 


Bjins na bunda!
Até segunda!
:P

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

♫ Johnny Cash - Hurt / FikDik' - Johnny e June



Já está legendado. Sem dúvida nenhuma é uma das minhas músicas preferidas. Ainda me lembro na época que esse clipe foi lançado e eu me encantei completamente pelo Johnny Cash. Pouco tempo após gravar esse clipe, a lenda nos deixou. Quem não tem ideia de quem ele foi, recomendo o filme Johnny e June:


Filme: Johnny & June (Walk the Line) - 2006
Diretor: James Mangold
Gênero: Drama


Detalhes:
Em 1955, um guitarrista magro e arredio que chamava a si mesmo de J.R. Cash entrou naquele que logo seria o famoso Sun Studios, em Memphis. E foi um momento que deixara marcas profundas na cultura americana. Com a fúria de seus acordes na violão, uma intensidade de aço e uma voz tão profunda como a noite, Cash cantava canções sobre dores de amores e sobrevivência que eram cheias de energia, cheias de vida, e algo nunca ouvido antes.

Aquele dia deu início a eletrizante carreira de Johnny Cash. Como pioneiro de um som hipnótico e original que abriria o caminho para as futuras estrelas do rock, country, punk, folk e do rap, Cash começou também sua agitada transformação pessoal. No período mais volátil de sua vida, ele passou de um destrutivo pop star ao famoso ícone representado pelo "Homem de Preto", enfrentando seus próprios demônios, lutando pelo amor que o reabilitaria e aprendendo a andar sobre o fio da navalha que separa a redenção da destruição.

Recomendo:
É um filme emocionante. Se você teme ao assistir um filme bibliográfico, peço que pelo menos desta vez não hesite em vê-lo. Não se arrependerá, garanto. O filme foi desenvolvido durante sete anos com a colaboração conjunta de Johnny Cash e June Carter Cash antes de suas mortes em 2003. Então esperem por uma obra original e real, que não deixou lacunas para críticas negativas. É de chorar! Se você é chorão como eu, prepare seus lencinhos e bom filme!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Carta ao Sol



Então, mais um pôr-do-sol. O tempo passa e percebo como qualquer coisa pode se tornar causa para a minha doença. Minha doença é estranha e quer me matar aos poucos. Destroi o pouco da minha personalidade que resta a cada dia. Eu sou o meu próprio mártir. Tenho na minha mente o mais puro fel. E assim vou me perdendo aos poucos. Vou morrendo aos poucos. A minha memória é troiçoeira, meu coração é bipolar, meu instinto é agressivo e minha mente é vingativa. Construi em mim mesma meu pior inimigo. Na imaginação me reinvento com outras faces, outros corpos, outras almas, outras histórias e me afogo nelas. Seria eu o fruto das minhas próprias invenções?

Tenho buscado em mim o último sopro de energia, alegria, esperança e vida, mas encontro só lágrimas. Seriam sonhos frustrados ou imaturidade pessoal? Consigo expor uma máscara segura e madura perante a sociedade e pés no chão quanto aos sonhos impossíveis. Mas ao chegar em casa o que eu mais quero além de dormir é encostar a minha cabeça no travesseiro e chorar. Nada disso me sufoca mais. Só estou cansada. Não consigo me pertencer a lugar nenhum e à ninguém. Tudo me parece cheirar a enxofre quente do inferno. Minha misericóridia justa não parece ter sentido prático nesta vida. Todo o meu esforço de seguir em frente, encarar de qualquer forma, independente do meu corpo me implorar para parar e eu forçá-lo a base de remédios, parece em vão. Não consigo entender tanto pecado e tanta crueldade em um mundo que foi criado pelas mãos da mais Magnífica Perfeição.

Meu Deus tem me escutado, me acalmado, me dado esperança. Ele me acolhe nos teus braços carinhosos todas as noites de súplicas e lágrimas inexplicáveis e me conforta. Só Ele é capaz de me proporcionar momentos de completo repouso, segurança, alegria incondicional, proteção e rendição absoluta. Como eu desejo estar em seu reino de refúgio e paz! O desejo é tamanho que corrompe o meu juízo carnal e ganho coragem quase suicida.

Sei que para entender o meu mundo preciso primeiro me entender. Também sei que o meu caminho sem Deus tem ruas de pregos e trevas. Não basta somente tê-lo ao meu lado, preciso de mais, preciso descobrir aquele motivo desconhecido pelo qual eu devo continuar e lutar a cada amanhacer. Quando conhecê-lo, poderei fechar tranquilamente meus olhos ao pôr do Sol e buscar a paz. Até lá, eu só preciso descançar. Então peço que vá, se entregue ao deleite em sua humildade suprema, óh Sol, e deixe que a Lua e as estrelas invadam o céu com a sua escuridão para, à noite, eu encontrar a paz divina nos meus mais profundos sonhos.



Izabella F. Costa

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Hino ao amor-caridade

Se eu falasse as línguas dos homens e as dos anjos, mas não tivesse amor, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine.
Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de remover montanhas, mas não tivesse amor, eu nada seria.
Se eu gastasse todos os meus bens no sustento dos pobres e até me entregasse como escravo, para me gloriar, mas não tivesse amor, de nada me aproveitaria.
O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido; não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo.
O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá . Com efeito, o nosso conhecimento é limitado, como também é limitado nosso profetizar. Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. Agora nós vemos num espelho, confusamente; mas, entao veremos face a face. Agora, conheço apenas em parte, mas então conhecerei completamente, como sou conhecido.
Atualmente permanecem estas três: a fé, a esperança, o amor. Mas a maior delas é o amor.


1Co - 13

domingo, 9 de outubro de 2011

Meu Mini Mapa Astral

Izabella Fonseca Costa

Data de nascimento ........... 26/02/1993
Hora de nascimento ........... 16h20
Signo .................................. Peixes
Ascendente ........................ Leão

SOL EM PEIXES, ASCENDENTE EM LEÃO – O PODER DA DOAÇÃO INCONDICIONAL

"Generosidade" é a qualidade mais acentuada quando um mapa combina o signo de Peixes com o ascendente leonino, como ocorre no seu caso, Izabella. Você se dá espontaneamente, sem perceber e até mesmo sem necessariamente considerar se está recebendo algo em troca. Tanto que algumas pessoas podem simplesmente se irritar, achando que você está se portando de forma ingênua, quando o que ocorre é que, na verdade, você não liga. Você deseja doar. Se o outro esculhamba aquilo que você doou, problema dele. Cada um dá o que pode, afinal, e faz o que pode com o que recebeu.

Uma visão meio "rósea" da vida pode gerar desapontamentos, sobretudo quando você entra em contato com uma face mais dura, mais realista das coisas. Pode lhe parecer, eventualmente, que você está num mundo de gente burra ou tola, de pessoas que complicam demais as coisas. E é bem capaz de ser isso mesmo. Por isso, é importante cultivar a paciência, Izabella.

Com a combinação de Peixes com o ascendente leonino, você alterna muito entre submissão e autoridade. O que ocorre é que você é uma personalidade que os outros julgam ser muito difícil de definir: em alguns momentos você é dócil e compreende tudo, e em outros momentos pode agir como um Leão furioso. O fato é que o quente e o frio se alternam em sua alma colorida.

Você é provavelmente uma pessoa muito divertida, mas sente muito desejo de agradar, podendo ser vítima desta necessidade. Terminará precisando, com o tempo, lidar com a idéia de que você não é uma unanimidade, e sempre haverá alguma circunstância em que alguém não gostará de você. Faz parte do desenvolvimento interno das pessoas de ascendência leonina perceber que elas não são o centro do universo, e que nem sempre receberão aplausos.




Fonte: http://www.personare.com.br/
 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A longa e árdua caminhada


Passado. Tudo vira passado. Olhamos para o hoje com um olhar jovem e para o ontem com um olhar idoso. Tememos o futuro como uma criança indefesa. Tudo que deixamos para trás, arrastamos pelo resto da nossa longa caminhada, mesmo que sem querer. Não precisamos olhar, nem sentir. O passado pode ser um arranhão ou uma ferida curada, mas sempre terá sua marca eternizada na nossa vida. 

Com o tempo, percebemos que, embora carregamos conosco marcas do nosso passado, aprendemos com experiências, superamos derrotas e evoluimos nossa personalidade para um outro patamar mais maduro, mais sábio, mais forte. Todavia nem todas as marcas são capazes de serem evoluidas e superadas com o simples poder do tempo. Algumas são tão sangrentas, tortuosas que precisamos nos submeter à virtude da humildade e nos ajoelhar em busca de ajuda.

É abrir os olhos para ver que a ajuda bate à sua porta, te puxa para o outro lado e te carrega no colo para te salvar quando a situação chega ao ponto crítico. Ás vezes somos seres inertes e covardes. Para ter ajuda geralmente é preciso se mover e fazer algo para ser ajudado. E é do nosso inconciente que temos que tirar a energia capaz de deixar que sejamos puxados e carregados. 

Toda a sua vida pode mudar a partir de um primeiro passo, uma decisão, uma simples resposta. O livre árbitrio nos permite mudar uma vida inteira em um segundo. Tudo depende do que será feito ou não. E o nosso ato decidirá quem seremos dali em diante, fracos ou fortes, covardes ou corajosos, bons ou maus. 

O reconhecimento pessoal que nos nutre ao conseguir fazer uma escolha certa é inexplicavelmente grandioso e poderoso para a nossa evolução. Não basta fazer o que é certo em troca de algo. É fazer algo certo por nós mesmos. Parece pouco, mas só quem foi capaz de decidir algo importante e grandioso para a sua caminhada sabe como o peso do passado nas nossas costas fica bem mais leve e o medo do futuro parece se extingir quase que por completo. 

Não se preocupe com o medo natural da incerteza do efeito que uma decisão pode fazer no rumo da sua caminhada. Se preocupe com o caminho que você está tomando no hoje, no agora. Lembre-se sempre que cada segundo é um novo passo que você pode estar caminhando para o lado certo ou errado, mas que sempre haverá uma nova rota a ser seguida. Encare-o sem medo, pois o caminho que você toma pode ser árduo, mas suas decisões podem torná-lo muito mais tranquilo.


Izabella F. Costa

terça-feira, 4 de outubro de 2011

SygillumTube - I-Lady's

Oii gente! Sei que fiquei uns tempos sem postar, mas voltei com novidades.

Para facilitar e para ficar mais interessante também, criei um canal no YouTube para o Sygillum. 

No SygillumTube ficaram os videos dos I-lady's e sempre que tiver uma letra interessante ou tradução que eu queira postar, vou postar aqui mesmo assim. Algumas atualizações do Canal também vou dar o aviso pelo Sygillum.

Enfim, a preguiça é muita, mas dei o meu recado. :) 
Então visitem também o SygillumTube !!!

Grande abraço!
;P

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Amante de Sangue


Preenchi um vazio na mente
Naquela noite entre nós dois
Até onde achei ser inocente
E tudo que ficou claro depois

Ele é meu objeto estudado
Tema da minha dissertação
Conhecia todo o seu passado
Mas agora é enigma e tentação

Não sei se é crime ou pecado
Perdemos a noção do perigo
Foi fisicamente provocado
E sem limites para a líbido

Ebriamente, sem hesitação
Familiar, misterioso, pulsante
O possuo como amigo, irmão
Volúpia fria, amante de sangue

Ele é meu gato noturno sorrateiro
Quando a lua aparece, vem me visitar
Se aconchega em meu travesseiro
E, enfim, me tortura com o seu olhar

Izabella F. Costa




Talvez não esteja pronto ainda... ;P

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Caminhando...


O sentido que os pensamentos assumem na minha mente surgem em instantes de passos. Muito daquilo que eu não entendia claramente, se mostrou surpreendentemente nítido e brilhante como gotas de água de chuva em uma cachoeira. A sabedoria é uma virtude muito bela para quem é capaz de conhecê-la. Ás vezes se demostra de forma simples e ao mesmo tempo dotada de tamanha completude que nos sentimos frágeis diante de tanta informação. 
Foi de forma simples, vendo os carros passarem e caminhando pelo cemitério, que descobri lacunas em minha consciência que precisavam ser preenchidas. Mas eram coisas que eu nunca havia pensado antes. Coisas que, talvez, nunca tivesse tido importância para mim, ou que eu apenas fugia sem perceber. 
Caminhando, cheguei a conclusão sobre a importância da vida. Conversando com a Vampyra pude ver tudo que fiz e tudo que teria perdido se eu não tivesse me dado uma segunda chance. Percebi o significado de uma folha desfalecida caindo do galho do uma árvore como sinal de Deus para mostrar que tudo era passageiro. As vivacidade, o perfume e as cores das flores deixadas sobre os túmulos um dia deixariam de existir. A lembrança daquele abraço carinhoso que você recebeu um dia será quase impossível de se resgatar da memória. Talvez das palavras amigas que você escutara antes, agora só restem as injúrias ditas depois. 
Viver a vida aos extremos é o que me dá mais prazer, mas simplesmente porque me faz sentir que cada instante pode ser o último. E por sentir que pode ser o último ele deve ficar na memória. Seja marcando positivamente ou não. Ser humano só aprende errando. Então ao atravessar um viaduto perigoso, ventando forte, desafiei um dos meus maiores medos, senti vertigem, tentei não olhar e, ao chegar no final, me senti campeã de uma maratona. Ser amada, receber carinho inocente, puro e sem querer nada em troca, me fez sentir uma miss mundial. Ser grata pela vida de alguém ao se deparar com a perda de outra pessoa, me fez acreditar em herois. E nada disso teria acontecido se eu não tivesse escolhido viver. 
São pequenos momentos, simples, imperceptíveis, que nos tornam a vida mais interessante. Por mais que eu gostasse de cemitérios, hoje eu achei tão cinza, vazio, triste, que quis sair de lá correndo. A busca pela vida, a vontade de viver está sendo tão dominante nas minhas atitudes que, instintivamente, eu estou correndo atrás da segurança e do perigo da prova de que estou viva.  
O meu coração bater mais rápido, a dor, o cansaço, o calor, o arrepio, o prazer, o sono... São sinais claros de que há vida em mim. Só sentirei esses sinais caminhando, vivendo, descobrindo e redescobrindo o meu caminho no tempo. E o tempo? Independente do seu fim, ele nunca para.

Pensamento de Terça

"Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo de chuvas tempestivas, nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite." 

(Clarice Lispector)


domingo, 11 de setembro de 2011

Pensamento de Domingo

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."

 Antoine de Saint-Exupery

A rosa



Então sumi de novo do Sygillum. A desculpa e a única satisfação que dei há 2 semanas atrás foi que estava doente e não postaria. A verdade é que foi mais do que a crise de sinusite. Muitas coisas aconteceram em pouco tempo e muito rápido, tão rápido que eu ainda estou digerindo. O fato é que eu mudei. Ou melhor, estou em processo de mudança. Descobri o quanto eu sou fraca, covarde, infantil, insignificante... O quanto eu devo ser humilde diante da grandiosidade de Deus. E o quanto Deus me ama do jeito que eu sou, independente de tudo que eu faça! Mas o que tem surtido muita mudança em mim é o acolhimento que eu tive de pessoas que nem ao menos sabem que eu sou. E essa doação, essa confraternização inocente e pura, não tem preço. É o melhor remédio para qualquer depressão e solidão. Eu estava sozinha. Mas depois do EJC eu descobri o que é ter família, o que é ter amigos e, acima de tudo, o que é ter Jesus ao nosso lado. 
Não tenho como falar mais sobre essa experiência, mas só sei que tenho enfrentado muitos espinhos no meu caminho e, independente do meu coração e da minha mente ainda estarem fracas, eu me sinto mais forte e segura com Jesus e com os amigos que fiz. 

"O importante é a rosa."

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